Felicidade: Um direito de todos.
Deu-nos sim, o livre arbítrio para escolhermos de que forma e como queremos viver.
A correria do mundo atual, a necessidade de se vencer através da competição de mercado, o frenético desejo por bens materiais e o posicionamento adotado a partir de padrões de beleza, de status e de comportamento têm levado as pessoas a estabelecerem para si próprias, que não são felizes.
Na verdade, são felizes e não percebem. Vivem lutando e tentando vencer uma guerra exterior, a guerra do mercado, da sociedade, das pessoas, enfim, uma guerra que não lhes pertence e atribuem aos seus fracassos a origem da sua imaginária infelicidade.
Ninguém pode encontrar a felicidade do lado de fora, nos bens materiais ou nas pessoas. A felicidade está nos limites de cada um, dentro de si mesmo e precisa ser sentida, otimizada e alimentada todos os dias, pois nós somos a nossa própria fonte de felicidade.
Os chamados momentos de felicidade, que todos dizem acontecer, de vez em quando, nas suas vidas, são na verdade, uma manifestação mais intensa, da felicidade, que já existe dentro de nós.
É falsa a idéia de que poderemos ser mais felizes se formos mais ricos. Isso é confundir desejo com necessidade. Erramos também, quando atribuímos a um parceiro ou alguém, a causa da nossa infelicidade. Não podemos delegar a uma pessoa a incumbência de nos fazer feliz, sob o risco de sermos injustos com essa pessoa.
A felicidade depende, unicamente, de nós mesmos e de mais ninguém.
A felicidade está a um passo do nosso alcance, nas coisas simples do dia a dia e, mesmo em situações de provação extrema, é possível perceber a existência da felicidade em nossas vidas, transformando momentos difíceis em portas de saída, compreendendo melhor as leis da existência.
Você perceberá, simplesmente, que para ser feliz, você só precisa de uma coisa para fazer, outra para esperar e alguém para amar.
Sebástian Justo

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