09 março 2011


Estímulo e crítica
 
Em nosso aprimoramento íntimo e na convivência com as pessoas precisamos aprender a usar as ferramentas de estímulo e crítica com mais discernimento e prudência.

Lembrando aquela magistral máxima de Jesus: "Vedes um argueiro no olho de vosso próximo e não vedes uma trave no vosso olho", costumamos ser rigorosos em excesso com os outros e complacentes em demasia conosco mesmo.

Precisamos usar de autocrítica para avaliar nossos atos diariamente.

Ao dormir, repassemos nosso dia; vejamos o que não fizemos de bom e deveríamos ter feito e o que fizemos de errado que devemos retificar, evitando repetir.

Quanto aos outros, se a crítica é construtiva e visa verdadeiramente ajudá-los, façamo-la reservadamente, direto à pessoa objeto do feedback.

Concomitantemente, aprendamos a elogiar e reconhecer as boas atitudes das criaturas à nossa volta.

Costumeiramente erguemos a voz facilmente para acusar e apontar erros alheios, mas jamais ou raramente para estimular, elogiar e reconhecer virtudes nos outros.

Sábio é quem cativa em vez de julgar.

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